Deu a louca na Letz.

HELL-o-ooooooooooooooooooooooooooowwwwww! ;}

Celular que gruda no vidro carrega bateria com luz solar Dezembro 6, 2009

.

.

.

.

O blog Yanko designer divulgou um produto conceitual que, além de ter uma proposta verde, facilita a vida dos esquecidos: um celular que gruda no vidro. O projeto de Liu Hsiang-Ling propõe que o aparelho fique grudado na janela, enquanto recarrega. Assim, o usuário sempre saberá onde seu celular está e não gastará energia elétrica para alimentar a bateria do portátil. A novidade ainda não está disponível nas lojas.

.

Solar Powered Sticker Phone by Liu Hsiang-Ling

The concept behind the Sticker Phone is quite simple; most of us tend to place our mobile phone near windows for better signal reception. So this concept takes it a step further by adding a solar panel to the back of the phone and giving it a slight arch so that it can stick (via suction) to the window glass for some sunshine. The phone is made with polysiloxane (silicone) and can be made feasible if some tries it.

Designer: Liu Hsiang-Ling

.

link: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1404181-6174,00.html

link: http://www.yankodesign.com/2009/12/03/sticky-phone/

 

Ecotáxi: Riquixá com atitude Dezembro 5, 2009

Arquivado em: conservação, energia — ecolouca @ 9:06 pm
Tags: , ,

Inspirado no veículo oriental, o ecotáxi que circula no Rio de Janeiro é guiado por jovens de comunidades carentes

Foram necessários sete anos, mas o empresário carioca Silas Hernandes finalmente conseguiu realizar seu sonho de criar um negócio que tivesse, ao mesmo tempo, apelo ecológico e social. Formado em marketing, Hernandes é o idealizador do ecotáxi, um triciclo dotado de uma capota rígida, capaz de levar até dois passageiros em percursos de curta distância. Além de ser uma alternativa de transporte limpa, o veículo inspirado nos riquixás da Ásia oferece oportunidade de emprego para os jovens carentes que pilotam a engenhoca. Atualmente, 15 ecotáxis circulam pela orla do Rio de Janeiro, transportando preferencialmente gestantes, idosos e portadores de deficiência. Todos os ciclistas que pilotam os triciclos foram recrutados em comunidades pobres. “Eu queria dar uma ocupação para esses jovens, oferecer uma espécie de trampolim para o mercado de trabalho”, diz Hernandes, que já atuou como voluntário em uma casa de recuperação de jovens drogados.

Hernandes teve a ideia de criar sua frota de triciclos quando assistia pela TV aos jogos da Copa do Mundo de 2002, realizada no Japão e na Coreia do Sul. Em meio às partidas de futebol, viu uma reportagem que mostrava exóticos triciclos circulando em uma cidade japonesa. Frustrado com sua vida profissional, o empresário vislumbrou a perspectiva de trazer os veículos para circular no Rio de Janeiro. Na versão brasileira, o ecotáxi é produzido com parceiros locais. Com corridas estimadas em R$ 0,50, Hernandes procura agora parceiros para veicular publicidade na capota dos triciclos. Nos próximos meses, o empresário planeja instalar placas solares na parte de cima dos carrinhos. O objetivo é que o equipamento gere energia e permita a instalação de um pequeno motor elétrico para dar uma forcinha aos ciclistas nas subidas mais íngremes.

.

Link: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI102190-16363,00.html

 

Peugeot lança bicicleta elétrica e reforça conceito de mobilidade sustentável Dezembro 5, 2009

.

.

.

A Peugeot acaba de lança uma opção de transporte mais sustentável para os clientes da marca. Trata-se de uma bicicleta elétrica desenvolvida em parceria com a Ultra Motor, uma das principais fabricantes de veículos elétricos leves do mundo. A bike funciona com uma bateria removível de 36 V e um motor de 250 W que permite até 70 km autonomia.

O lançamento acontece dois séculos depois de Armand Peugeot criar a “Grand-Bi”, a bicicleta que inaugurou a entrada da marca francesa no mundo das rodas. De volta às origens, a montadora investe para reforçar seu conceito de mobilidade sustentável.

Prática e altamente sustentável, a bicicleta híbrida pode ser carregada em tomadas comuns e reabastecida com as pedaladas do ciclista. Graças aos três níveis de assistência e ao sensor de torque, a bike vence até os terrenos mais íngremes com facilidade, garante o fabricante.

Ela ainda possui freios de disco dianteiros e traseiros, luzes automáticas e independentes e suspensão – o que garante maior segurança ao usuário. Por enquanto, a bike da fabricante será comercializada apenas na Europa por 2.290 euros, cerca de R$ 7.725.

*Via EcoDesenvolvimento.

.

Link: http://blog.eco4planet.com/2009/12/peugeot-lanca-bicicleta-eletrica-e-reforca-conceito-de-mobilidade-sustentavel/

 

Protótipo de avião solar decola pela primeira vez na Suíça Dezembro 3, 2009

Protótipo de avião solar decola pela primeira vez na Suíça

.

.

.

O protótipo da aeronave movida a enegia solar e batizada como ‘Solar Impulse’  decolou nesta quinta-feira (3) pela primeira vez com o piloto de testes  Markus Scherdel, no Aeroporto de Duebendorf , nas proximidades de Zurique, na Suíça

O objetivo dos criadores da aeronave, que tem a extensão de asas de um Jumbo, é testar a viabilidade de completar um voo de dois dias e uma noite utilizando apenas a energia solar e preparar o caminho para um objetivo mais ousado: completar a volta ao mundo em cinco etapas, em 2012.

.

link: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1402156-5603,00.html

 

Renault divulga conceito Twizy Z.E. Novembro 6, 2009

Twizy Z.E. = 100% elétrico, 100% prático e 100% inovativo.

.

.

.

.

.

.

.

.

Investindo pesado no desenvolvimento de carros elétricos, a Renault revelou nesta terça-feira (15) no Salão de Frankfurt o conceito Twizy Z.E (Zero Emissão). Parecido com um smart fortwo desenhado por hippies, o protótipo da marca é um meio de transporte urbano individual com motorização totalmente elétrica. O modelo é alimentado por baterias de íons de lítio, que ficam no assoalho do veículo para preservar o centro de gravidade.

De acordo com a Renault, o Twizy mede 2,30 m de comprimento e 1,13 m de largura, suficientes para abrigar com conforto o motorista e um pequeno volume de bagagem. Já o motor elétrico de 20 cv e 7 kgfm de torque é suficiente para impulsionar o veículo a até 75 km/h. A autonomia de uma carga, segundo a marca francesa, é suficiente para percorrer 100 km sem parar.

.

link: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=3933

Site: http://www.renault.com/en/Innovation/vehicule-electrique/Pages/Twizy-ZE-Concept.aspx

 

Lang Glider: O carro elétrico que se movimenta como uma motocicleta Outubro 10, 2009

.

.

Nissan apresenta seu carro que se movimenta como uma motocicleta

O Land Glider, que será apresentado no salão do automóvel de Tóquio, é carbono zero e quando faz curvas imita o movimento de uma motocicleta

A Nissan irá mostrar no próximo salão do automóvel de Tóquio o seu Lang Glider. Movido a energia elétrica, o carro é carbono zero, garante a montadora. Muito compacto, o veículo tem espaço para duas pessoas, mas o passageiro não fica ao lado, e sim atrás do motorista.
Além do design curioso, o pequeno automóvel faz movimentos que lembram uma motocicleta. Ao fazer uma curva, por exemplo, o carro fica ligeiramente inclinado, como se pode ver na foto acima.

.

link: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/1,,EMI97866-16381,00.html

 

Adolescente cria painel solar feito de cabelo Setembro 11, 2009

.

.

.

Milan Karki, 18 anos, morador de uma vila rural no Nepal, afirma ter criado o que pode ser a solução para problemas energéticos no mundo: um painel solar feito com cabelos.

“Primeiro eu queria gerar eletricidade para minha casa, depois para minha vila. Hoje eu já penso no mundo inteiro”, disse Karki, em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.

A melanina, pigmento do cabelo humano, atua como condutor e substitui o silicone, um dos responsáveis pelo alto preço dos painéis solares. A ideia do jovem é produzir comercialmente e vender para as cidades e vilas do Nepal — onde o acesso a energia elétrica ainda é limitado em alguns lugares.

Os painéis produzem 18 wats de energia e custam 23 libras (cerca de R$ 69), mas Karki acredita que com escala seria possível reduzir esse preço pela metade.

.

link: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI92381-17180,00.html

 

Stephouse, o projeto de residência ecoeficiente feita com material reciclado Agosto 18, 2009

.

.

.

A casa pode ser toda feita com material reciclado em apenas três dias. Basta a madeira plástica para os arquitetos Glória Brandão e Othon de Castro, junto a uma equipe de especialistas, erguerem paredes, construírem teto e piso. A Stephouse, projeto finalista do International Design Excellence Awards (IDEA/Brasil), que acontece em setembro nos Estados Unidos, a partir do conceito de casa ecoeficiente, inclui em sua composição materiais reciclados, sistemas de ventilação natural, captação de água da chuva e equipamentos de reuso de água, energia e aquecimento solar. Ou seja, características que reforçam o seu papel coadjuvante no equilíbrio do meio ambiente. A casa possui um sistema construtivo pré-fabricado que permite a fácil instalação e manutenção do produto.

- Queríamos trabalhar com um material de rápida montagem e transporte. Após inúmeras pesquisas chegamos à “madeira plástica”, um material proveniente de resíduos industriais (borracha, EVA, silicone, tecidos etc.), cargas minerais (calcitas, gesso, carbonato de cálcio e outros), fibras animais (resíduos de couro e pelos) e fibras vegetais de qualquer natureza. Com uma produção sem resíduos, essa madeira não empena, não racha, não solta farpas, não absorve ou retém umidade (é totalmente impermeável), dispensa a aplicação de resinas seladoras e vernizes, é resistente à corrosão natural ou química. Pode ser cortada, aparafusada, pregada, fixada com encaixe, colada com cola, sendo totalmente imune a pragas além de poder ser lavada com água e sabão – diz Glória Brandão.

O projeto de residência unifamiliar inclui quarto, sala e banheiro em uma total de 72m² de área. Na parte dos fundos fica o shaft com parte de instalações para facilitar a visita técnica. O material da construção pode ser transportado num container e a obra pode ser toda feita em apenas três dias contando com uma equipe de 10 pessoas. A montagem é fácil e não requer nenhum nível técnico. O preço do metro quadrado construído custa, no Rio de Janeiro, em média R$ 2700.

A madeira plástica tem uma durabilidade maior do que a natural devido aos seus componentes que a tornam mais resistentes às intempéries e ao cupim. Segundo Glória Brandão, a casa ecoeficiente pode ter uma vida útil de 30 a 40 anos. A construção da casa, diz, exige uma equipe especializada, que saiba ler plantas de arquitetura. De acordo com o clima da região em que for construída a casa ecoeficiente, pode ser necessária a mudança de inclinação da cobertura que apoia painéis fotovoltaticos para captação adequada de energia solar.

- Com a utilização de materiais recicláveis o custo da construção pode se tornar mais econômico e acessível e com um importante papel para a sociedade e o meio ambiente. A reciclagem pode auxiliar na produção de materiais mais baratos, colaborando na redução do custo das habitações, um dos mais caros e inacessíveis bens produzidos – explica Glória.

Projeto da Stephouse teve início na UFRJ

A história da Stephouse começou em 2008, quando a Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) recebeu um convite para participar do SDEurope – Solar Decathlon Europe 2010, evento sediado em Madrid, na Espanha. Na época, Glória Brandão era aluna do curso de especialização em Engenharia Urbana da Escola Politécnica e foi convidada por um de seus professores para montar uma equipe de arquitetos e fazer o projeto de uma casa ecoeficiente para representar a POLI-UFRJ no evento. O projeto foi elaborado em um mês por Glória e seu sócio, Othon de Castro, com a participação dos arquitetos eonardo Lopes, Lígia Tammela e Daniel Gomes.

.

link: http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2009/08/17/conheca-projeto-de-residencia-ecoeficiente-feita-com-material-reciclado-757438510.asp (assista ao vídeo)

 

Aeroporto londrino terá táxi sem motorista e com menor emissão de carbono Agosto 14, 2009

.

.

.

O Museu da Ciência de Londres exibiu, nesta semana, um carro sem motorista, que transportará passageiros entre o terminal 5 do aeroporto de Heathrow e seu estacionamento.

Desenvolvido pela empresa Advanced Transport Systems, o veículo gasta pouca energia e tem capacidade para transportar até quatro passageiros, podendo atingir uma velocidade de até 40 km por hora. Dezoito carros, chamados de Sistema de Trânsito Pessoal Rápido (PRT, na sigla em inglês), entrarão em atividade já em 2010.

Os passageiros poderão escolher seu destino em uma tela, dentro do automóvel. A viagem entre o terminal e o estacionamento durará em torno de quatro minutos.

O sistema reduzirá a emissão de carbono e é 70% mais eficaz que os carros convencionais em termos de uso de energia, além de ser 50% mais eficiente que os ônibus tradicionais. Inicialmente, a novidade de 25 milhões de libras, aproximadamente 76 milhões de reais, será implantada apenas no terminal 5 do Heathrow, o terceiro aeroporto mais movimentado do mundo em volume de passageiros.

.

veja outros modelos de veículos PRT:

.

.

.

.

link: http://odia.terra.com.br/portal/automania/html/2009/8/aeroporto_londrino_tera_taxi_sem_motorista_29525.html

http://www.treehugger.com/files/2009/02/masdar-prt-interview.php

http://faculty.washington.edu/jbs/itrans/prtquick.htm

http://www.citymayors.com/transport/personal-rapid-transit.html

 

Energia na pista de dança Agosto 3, 2009

.

.

“A cada passo que damos, produzimos energia, que deixamos para trás. E se pudéssemos capturar essa energia e usá-la como uma fonte limpa de eletricidade?” Esse foi o lema da Sustainable Dance Club – uma empresa que desenvolve sistemas mais sustentáveis para “baladas verdes” – para criar o Sustainable Dance Floor.

É uma pista de dança, com molas e microchips na parte de baixo, que capta a energia produzida por nossos movimentos de dança e a envia para um gerador, que armazena eletricidade.

Por enquanto, essa energia é utilizada, apenas, para acender as lâmpadas LED da pista de dança. Segundo a empresa criadora, uma pessoa pode produzir, por noite, entre 2 e 20 Watts de energia e, dependendo da intensidade dos movimentos de cada um, a pista acende com cores diferentes.

Mas a ideia foi tão bem aceita entre pesquisadores que, na Universidade de Delft, na Holanda, especialistas estudam um jeito de aperfeiçoar a técnica para poder usá-la como fonte de energia elétrica para toda a estrutura das baladas.

Já pensou se a moda pega? Será que seremos capazes de produzir eletricidade necessária para iluminar ginásios, ruas e outros lugares com grandes concentrações de pessoas?

.

link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/186052_post.shtml

link: http://www.sustainabledanceclub.com/