G-8: Biocombustíveis

G-8: Biocombustíveis roubam a cena na discussão sobre a fome na África e o aquecimento global

passagens bizarras da matéria. sinta o embromation:

.

“Um relatório confidencial do Banco Mundial publicado na sexta-feira pelo jornal britânico The Guardian afirma que os biocombustíveis provenientes de alimentos, como soja e milho, respondem por 75% do aumento nos preços dos alimentos.”

.

“O percentual contraria estimativas do governo dos Estados Unidos de que combustíveis derivados de plantas respondem por menos de 3 por cento dos aumentos de preços de alimentos, diz o jornal.”

.

O biocombustível seria uma solução para reduzir a emissão de gases poluentes . Os dados do relatório, no entanto, contrariam a meta da União Européia de incorporar até 2020 uma quota de 10% de fontes renováveis nos combustíveis usados para transportes, algo que vem sofrendo crescentes críticas. Derivados de produtos agrícolas, como cana, milho e trigo, os biocombustíveis são vistos como uma forma de substituir os combustíveis fósseis e reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Mas críticos dizem que usar terras aráveis para produzi-los provoca uma pressão sobre os preços alimentícios e em alguns casos contribui com a destruição de florestas.”

.

Mudança de rumo

Em Londres, nesta segunda, o governo britânico afirmou que vai desacelerar a adoção dos biocombustíveis a fim de responder à preocupação de que alterar o uso de terras para produzir matérias-primas pode agravar as mudanças climáticas e puxar para cima o preço dos alimentos.”

.

“As autoridades energéticas da União Européia também recuaram das polêmicas metas para 2020 ao se reunirem no sábado em Paris. Argumentaram que há outras fontes renováveis de combustíveis para transportes além dos biocombustíveis.

– Há tantas evidências sobre os impactos negativos dos biocombustíveis que o estabelecimento de metas compulsórias parece ser exorbitante – disse Phil Bloomer, da ONG Oxfam.

– Entretanto, foi o que o Reino Unido fez, transmitindo dessa maneira um sinal aos mercados e ao setor privado de que a demanda chegou para ficar, e mantendo os preços [alimentícios] elevados. A UE não deve seguir o exemplo.

Atualmente, a Grã-Bretanha exige dos distribuidores de combustíveis que até 2010 incluam 10% de fontes renováveis em seus produtos.”

.

.

link: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/07/07/g-8_biocombustiveis_roubam_cena_na_discussao_sobre_fome_na_africa_o_aquecimento_global-547126652.asp

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s