Bicicleta de plástico reciclado é produzida no Brasil

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Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.

A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto. A partir de novembro os primeiros exemplares serão distribuídos. “Tenho a patente da primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo”, diz.

Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige. Também é possível que o próprio interessado leve o material reciclável. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica o empresário.

A maioria das encomendas – elas devem ser feitas pelo site MuzziCycles* – pedem os quadros, apenas. Cada um custa R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “Em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.

Fonte: Planeta Sustentável

TreeFrog: Papel de fibra de cana-de-açúcar promete zero árvores no chão

Economizar papel é uma das primeiras bandeiras levantadas por empresas quando querem se dizer “verdes”. Faz sentido já que é bastante fácil colocar em prática e ainda reduz custos para a empresa, como aliás costuma acontecer com muitas iniciativas de foco ambiental embora poucos percebam isso.

Fazer anotações no próprio computador, ao invés do papel, ler documentos sem imprimir, salvar comprovantes bancários no computador e não impressos, enfim, as formas são muitas, mas, ao contrário do que se dizia há alguns anos, o computador não reduziu o consumo de papel, pelo contrário, o crescimento é constante. Pensando nisso, a empresa estadunidense TreeZero diz ter encontrado uma alternativa “100% amiga das árvores”.

Ao invés de cortar árvores, o papel “TreeFrog” é produzido com fibra de cana-de-açúcar, ou seja, a sobra da extração do açúcar ou etanol. Além disso não utiliza cloro e exige de 10 a 15% menos produtos para o embranquecimento. Como um bom papel que preze pela sustentabilidade, o TreeFrog é reciclável através dos mesmos processos utilizados em papéis comuns de eucaliptos ou pinheiros. O produto ainda não está disponível no Brasil.

Enquanto a matéria prima vier da sobra da cana-de-açúcar já plantada para extrair etanol ou açúcar, não há o que se questionar. A dúvida fica a partir do momento em que áreas forem plantadas com a intenção de produzir este papel.

Uma árvore (eucalipto ou pinheiro) pode demorar até 10 anos para chegar a fase de corte, enquanto a cana se renova a cada dois anos, ou seja, cinco vezes mais produção. Será? Suponho que 1m² de terra para plantio de eucalipto produza algumas vezes mais que 1m² de cana-de-açúcar, e precisaríamos ainda pesar o potencial de absorção de CO2 das duas opções durante a fase de crescimento e o impacto no solo. Não tá fácil pra ninguém ser eco…

Texto de Juan Lourenço – Eco4Planet
Vivagreen

Paulista ganha 1º telhado verde sustentável; veja fotos

Um fragmento de floresta de mata Atlântica com 130 árvores nativas da cidade de São Paulo, que chegarão a 4 metros de altura, como o jacarandá bico-de-pato e a embaúba; uma área de campo cerrado, resgatando espécies em extinção, entre elas a língua-de-tucano o e araçá-do-campo; e um pomar recheado com uvaias e cabeludinhas. Tudo isso numa área de 700 m² na cobertura do Edifício Gazeta(1966), sede da Fundação Cásper Líbero, na avenida Paulista, 900.

O projeto paisagístico –executado sobre um tapete de terra de 7 cm a 20 cm de espessura e utilizando apenas 60 kg de substrato por m²– traz uma tecnologia japonesa inovadora e premiada pela ONU que não usa plásticos nem caixas, responsáveis por 40% da pegada ecológica dos tradicionais jardins sobre lajes.

“A proposta é trazer para o alto dos prédios não somente uma vegetação, mas aquela mais próxima da original existente antes da construção da cidade, de forma a resgatar plantas em extinção e reequilibrar o meio ambiente urbano”, explica o autor do projeto, o botânico Ricardo Henrique Cardim, da Sky Garden, também responsável pelo Blog Árvores de São Paulo.

Tendência na Alemanha, onde 8% dos telhados já são verdes, Cardim diz que no Brasil os sustentáveis ainda são poucos –35–, mas chegam com um diferencial. “Resgatam nosso maior patrimônio natural, a biodiversidade nativa”, explica. “Os passarinhos vão levar as sementes para outros pontos da cidade e trazer de volta a vegetação nativa dessa região, preservada apenas nos parques Trianon e Mario Covas.”

Na avenida Paulista, o telhado verde vai ajudar na redução do calor (uma média de 18 graus a menos na laje), do barulho e da poeira, além de melhorar a umidade do ar, enumera o botânico. E será uma praça suspensa para convívio de alunos, professores e funcionários da primeira escola superior de jornalismo do Brasil.

Para saber mais sobre a tecnologia dos telhados verdes sustentáveis, assista ao vídeo

Veja mais fotos no link original: http://queminova.catracalivre.com.br/2014/04/19/avenida-paulista-ganha-1o-telhado-verde-sustentavel/

PM usa bicicletas feitas com garrafas recicladas

Os tenentes Isaac Ferreira e Clayton Alvarenga fazem demonstração das bicicletas que serão utilizadas pela Polícia Militar, no Aterro do Flamengo: matéria prima são garrafas pet Agência O Globo / Jorge William

 

A soma de uma bicicleta, um coldre, um capacete e um suporte para rádio pode resultar em menos 300 garrafas de plástico (PET) circulando no meio ambiente. A matemática foi feita pela Polícia Militar do Rio, que adquiriu estes produtos feitos com o material reciclado, em caráter experimental, para equipar dois policiais que farão o patrulhamento do Aterro do Flamengo, a partir de hoje. Eles vão fazer a segurança de participantes e visitantes do evento da Cúpula dos Povos. O alumínio dos quadros das bicicletas, por exemplo, foi substituído por 200 garrafas PET recicladas.

O novo esquema de segurança será feito pelo Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) e vai durar apenas o período da Rio+20. Depois disso, a PM avaliará o desempenho das bicicletas. Segundo o chefe do Escritório de Assessoramento Técnico (EAT) do Estado-Maior da PM, tenente-coronel Mauro Cesar de Andrade, a ideia é de que conceitos como responsabilidade social e sustentabilidade sejam aplicados no dia a dia da Polícia Militar, adotando o Ecopoliciamento.

O tenente-coronel Mauro ressaltou ainda que, além de resistentes, as bicicletas não poluem e são adequadas para o clima do Rio, onde há regiões afetadas pela maresia.

— Se der tudo certo, vamos comprar mais 30 delas para substituir o policiamento a pé.

Cada bicicleta ecologicamente correta custa R$ 850.

Cerca de 420 policiais do BPTur já estão atuando no reforço da segurança da cidade. Ontem, duplas de policiais militares usavam uma novidade: o Segway, uma espécie de quadriciclo elétrico, para patrulhar os aeroportos Santos Dumont e Internacional Tom Jobim.

Vamos reciclar!

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Cada 250ml de água de coco, gera 1kg de lixo. Juntamente com a Prefeitura do Rio, iniciamos a Coleta Seletiva (lixeiras verdes) nas praias do Rio de Janeiro. Dessa forma, transformamos cerca de 200 toneladas de lixo, por final de semana, em fibras (para aterros sanitários), tapetes, cordas, acessórios, mantas para indústrias e muito mais. Ajude-nos nesse trabalho utilizando as lixeiras verdes espalhadas nas praias da Orla carioca!

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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=226718340679436&set=a.179912635360007.41412.173068969377707&type=1&theater

Árvore destruída por tornado vira escultura nos EUA

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O professor de arte Paul Norris, da escola secundária de Joplin, impermeabiliza as águias que ele esculpou em árvore danificada pelo tornado que devastou a cidade americana no mês passado. A árvore ficava na frente da escola, cujo mascote é a águia. O objetivo é ‘levantar o moral’ da população, que ainda tenta recuperar os estragos provocados pelas tempestades (Foto: AP)

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Link: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/06/arvore-destruida-por-tornado-vira-escultura-nos-eua.html

Eole: Um relógio conceitual que precisa ser soprado para funcionar

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O conceito do relógio Eole é projetado por Julien Moïse e é bem simples. A parte em vermelho do relógio parece com uma espécie de turbina, mas na verdade nada mais é do que um gerador de energia eólica.

A energia necessária para um relógio lembrar da hora é muito pouca, e o Eole desliga o display justamente para guardar essa energia, fazendo com que o relógio sempre lembre que horas são.

Quando ele é assoprado, o display liga, mas logo depois ele é desligado para que não haja muita energia desperdiçada. O Eole possui uma bateria que é carregada toda a vez que o ventilador gira, isso significa que sempre que você quiser ver as horas, vai ser preciso assoprar no relógio. No entanto, após o display ser desligado, o restante da bateria é usada para que ele continue funcionando e marcando a hora certa.

Embora não pareça ser muito prático, muitas pessoas certamente vão querer usá-lo porque ele é elegante. Mas certamente existem vários pontos negativos, um deles é se você estiver em um algum lugar com clima frio, certamente não vai ser nada agradável assoprar no seu pulso. Sem mencionar a possibilidade que o ventilador tem de armazenar poeira, algo não muito bom para quem sofre de doenças respiratorias.

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Link: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/05/um-relogio-conceitual-que-precisa-ser-soprado-para-funcionar.html