Smash Cup: Conheça o copo de café reutilizável que pode ser guardado no bolso

Várias pessoas têm o hábito de tomar café pela manhã ou, em alguns casos, ao longo do dia inteiro. Pois se você usa  um copo descartável ou térmico, saiba que, em média, são usados mais de 500 deles por ano por pessoa.

Uma solução interessante são os copos térmicos, que você pode usar durante todo o dia, mas o inconveniente é que , devido ao tamanho deles, se torna um pouco difícil de levá-los no metrô, ônibus e por aí vai.

Vendo essa dificuldade, o então executivo (e amante de café) Ben Melinger se perguntou se havia algum copo dobrável e capaz de se compactar para caber em qualquer lugar. Mediante a conclusão negativa a que chegou, ele e seus amigos começaram a pensar em uma solução que fosse fácil de produzir, confortável de carregar e fácil de lavar.

Alguns dias depois, um dos amigos lhe mostrou um desenho feito à mão, com o que parecia ser a solução ideal, e Melinger percebeu que era possível transformar o projeto em realidade. Decidiu então aprender softwares de modelagem 3D para chegar a um resultado eficiente e, dois anos depois, com a ajuda de amigos engenheiros e outros mentores, fez nascer o Smash Cup.

O produto é à prova de vazamento, então você pode usá-lo cheio e colocar dentro da bolsa ou mochila junto com seu computador que não terá risco de acontecer um desastre. Depois de usado , basta pressioná-lo em uma superfície plana que ele se transforma e fica quase quatro vezes menor que seu tamanho original, podendo ser guardado até no bolso. Ou seja, além de ecologicamente correto, o produto ainda é super prático.

Com todos os testes feitos, foi a hora de conseguir financiamento para a primeira remessa – Melinger lançou uma campanha em busca de apoio no KickStarter e, faltando ainda pouco mais de 15 dias para finalizar o prazo, o produto já conseguiu cerca de 6 vezes o valor inicial.

Link

Site de pornografia vai plantar uma árvore para cada 100 vídeos assistidos

Campanha “Gives America Wood” celebra o Dia da Árvore (25 de abril nos EUA) com trocadilhos e preocupação ambiental

A campanha é cheia de trocadilhos, mas os criadores garantem que é séria – e que as árvores serão plantadas.

E se você pudesse ajudar o meio ambiente enquanto se diverte sozinho na frente do computador? O site de conteúdo adulto Pornhub – um dos gigantes mundiais de pornografia por streaming – lançou uma campanha que tem como objetivo plantar uma árvore a cada 100 visualizações de seus vídeos.

A iniciativa foi batizada de “Gives America Wood”, o que pode ser livremente traduzido para algo como “Dando Paus Duros à America”, já com o trocadilho contido no título original. A intenção da campanha, que vai até o fim desta semana, é celebrar o Dia da Árvore, comemorado nos EUA em 25 de abril.

Para contribuir com os trocadilhos, os vídeos que podem ser assistidos para se transformarem em árvores não são do site todo, mas de uma categoria específica – que vamos traduzir aqui como “bem dotados”. “Enquanto você está assistindo a alguns belos pedaços de lenha, você também estará ajudando a levantar alguns paus na América! (O matagal é opcional)”, diz o texto da campanha.

Apesar dos trocadilhos, a campanha jura que tem boas intenções. Segundo o site da iniciativa (que pode ser aberto no trabalho), mais de 12 mil árvores já estão garantidas. A empresa dona do Pornhub alega que já está definindo quem será a parceira responsável por plantar a madeira.

Link: http://catracalivre.com.br/geral/sustentavel/indicacao/site-de-pornografia-vai-plantar-uma-arvore-para-cada-100-videos-assistidos/

Japão cria carro elétrico que boia

Quem mora em cidades e áreas propensas à alagamentos, como São Paulo, provavelmente gostaria de ter a invenção sobre a qual vamos falar. Chamado de Fomm Concept One, ele é um carro elétrico que consegue boiar.

Dito como o menor carro elétrico de quatro lugares do mundo, ele também carrega na descrição algo como “se move na água”, ou seja, é um carro que flerta com espírito de um barco. Mas apesar de sua capacidade, ele não é um carro anfíbio. Após cada vez que ele for colocado em uma área alagada, é preciso passar por uma manutenção, uma vez que essa é apenas uma função de emergência.

O trem de força dele é formado por dois motores elétricos no eixo dianteiro, que geram 5 kW, cerca de 6 cv, e torque de 28,5 mkgf em cada um deles. Para guiar, ele conta com um sistema semelhante a um guidom de motocicleta.

Por enquanto ele é apenas um projeto, mas que tem tudo para sair da prancheta.

 

 

Link: http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,japao-cria-carro-eletrico-que-boia,17986,0.htm

Entregas feitas de bike: consciência ambiental, agilidade e economia

Você sabia que uma moto pode emitir até três vezes mais CO2 (gás carbônico) que um carro? Além do gás carbônico as motocicletas também despejam no ar, poluentes como óxido de nitrogênio e hidrocarbonetos, que dificultam a oxigenação do sangue, atacam as vias respiratórias e podem provocar doenças cardíacas.

Pensando em minimizar o impacto ambiental da circulação dos motoboys e colaborar com o trânsito das cidades algumas empresas estão utilizando o serviço dos bikers para fazerem a entrega de pequenas encomendas. Documentos e produtos pequenos estão circulando por várias cidades na garupa de ciclistas entregadores.

Além de não poluir e ajudar a desobstruir o trânsito nas grandes cidades com as bicicletas os entregadores fogem de ruas congestionadas e driblam a falta de vagas para estacionamento ocupando pouco espaço. O custo de uma entrega feita com bicicleta é cerca de 50% menor que o custo do serviço feito por outro tipo de veículo o que faz com que consumidores e empresas economizem dinheiro.

O serviço não chega a ser inovador e existem várias referências a entregadores que utilizavam bicicleta desde o final do século XIX, por exemplo os mensageiros contratados pela bolsa de valores de Paris na década de 1870.

O maior e-commerce de artigos esportivos do Brasil adotou o sistema que eles nomearam de Super Esportiva nas entregas na cidade de São Paulo para pedidos de até dois quilos que chegam na casa do cliente no mesmo dia da compra. Segundo a empresa a nova modalidade de entrega alia pilares importantes como sustentabilidade, agilidade e esporte.

-Na empresa nós vivemos e nos inspiramos no esporte. Então levamos essa vivência até para as nossas entregas, buscando proporcionar ao consumidor mais uma experiência única. A questão do impacto ambiental é de grande importância para nós, e além disso queremos oferecer aos nossos consumidores uma modalidade de entrega que una sustentabilidade, agilidade e por que não o esporte? – explica Graciela Tanaka, COO da empresa.

Cada ciclista percorre em média 74 km por dia, sendo que a cada quilômetro rodado com uma bicicleta, poupa-se o consumo de 50 a100 ml de gasolina o que evita a emissão de 113g de gás carbônico.

– Os grandes ganhos ambientais que conseguimos acontecem quando temos o apoio de algum setor da economia com maior racionalidade nos processos de trabalho. A questão das motos no país é um problema que temos que enfrentar com firmeza, as pessoas tem pressa na entrega das coisas, tem pressa nos serviços e se uma empresa de grande porte mostra que é eficiente essa substituição pelas bicicletas é uma atitude importante para servir de exemplo, comenta Rudolph Noronha, gerente de Qualidade do Ar do Ministério do Meio Ambiente.

Para garantir a segurança e integridade dos itens entregues, os ciclistas-entregadores utilizam cestas, bagageiros, caixas e mochilas de variados tamanhos e formatos, todas impermeáveis.

Segundo o Sindicato das Empresas de Distribuição de Entregas Rápidas do Estado de São Paulo (Sederesp), a entrega de produtos por ciclistas cresce 50% ao ano nas grandes cidades. De acordo com o Sindimotos-SP (Sindicato dos Motoboys), o número dos bikeboys em São Paulo aumentou de mil em 2009 para três mil em 2014. No Brasil o serviço já está em diversas cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Aracaju, Florianópolis, Goiânia, Curitiba.

 

Link: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/noticia/2014/02/entregas-feitas-de-bike-consciencia-ambiental-agilidade-e-economia.html

Cientistas se inspiram na ave peru para criar detector químico portátil

Cientistas se inspiraram nos perus e na faculdade de sua pele de mudar de cor para criar um detector capaz de sinalizar a presença de substâncias químicas perigosas no ar, com a ajuda de um simples celular.

“Em nosso laboratório, nós estudamos como a luz é criada e alterada e, em seguida, usamos o que aprendemos para fabricar novos aparelhos” resumiu Seung-Wuk Lee, que leciona bio-engenharia na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Curiosamente, o cientista se interessa nas propriedades físicas do peru, ave que é o ingrediente principal dos pratos tradicionais das festas de fim de ano.

Ele garante que a pele do peru é capaz de passar do vermelho ao azul e do azul ao branco, devido a “pacotes” de colágeno (proteína fibrosa, a mais conhecida do reino animal) salpicados de vasos sanguíneos muito densos. Esta característica camaleônica rendeu ao peru o apelido de “ave de sete faces” em coreano e em japonês.

Os cientistas descobriram que o espaçamento entre as fibras de colágeno se modifica porque os vasos sanguíneos se dilatam ou contraem influenciados pelo humor da ave, quando ela se excita ou fica brava, por exemplo. E é o tamanho dos espaços entre as fibras que altera a forma como a pele reflete a luz, fazendo-a variar em consequência da cor da cabeça e do pescoço do animal.

Vírus ajudam no processo
Lee e sua equipe descobriram uma técnica que reproduz este fenômeno natural, com a ajuda de vírus inofensivos para o homem – os bacteriófagos M13 -, cuja estrutura filamentosa lembra um pouco as fibras de colágeno. Os “pacotes nanométricos” 05 dos vírus também são capazes de se dilatar ou contrair para mudar de cor e reagem de forma diferente em função da substância química à qual são expostos.

Quando na presença de hexano (um solvente tóxico), de metano ou outros hidrocarbonetos, estes biossensores incham rapidamente, mas não da mesma forma, criando uma gama de cores específica à substância em questão, como uma “impressão química” visual. Eles reagem também aos vapores de TNT, um poderoso explosivo, com uma concentração de apenas 300 partes por bilhão.

Os pesquisadores criaram um aplicativo móvel, denominado “iColour Analyser”, que permite identificar facilmente substâncias tóxicas ou explosivas com a ajuda de uma simples foto de faixas de cor do detector, tirada de um celular, asseguraram no estudo, publicado nesta terça-feira (21) na revista “Nature Communications”.

“Nosso sistema é prático e barato de fabricar”, assegurou Seung-Wuk Lee. “Nós também demonstramos que esta tecnologia pode ser adaptada de forma a que os smartphones analisem a impressão do alvo químico. No futuro, será possível utilizar o mesmo procedimento para um teste de detecção de câncer ou de outras doenças ao analisar o hálito”, acrescentou.

As razões pelas quais os encaixes nanométricos do vírus M13 se dilatam quando expostos a substâncias químicas ainda são um mistério. ‘É possível que a pequena quantidade de água no bacteriófago tenha reagido a vapores químicos’, anteciparam em um comunicado publicado pela universidade.

Os detectores biológicos também são capazes de medir visualmente a taxa de umidade do ar, entre 20% e 90%: eles ficam avermelhados quando o ar está úmido e azuis quando o ar está seco.

Link: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/01/cientistas-se-inspiram-na-ave-peru-para-criar-detector-quimico-portatil.html

Resort abandonado é “ocupado” pela arte e pela natureza

Fechado há décadas, o Grossinger Catskill foi ocupado por graffiti e vegetação

O Grossinger Catskill Resort Hotel já foi um espaço de tirar o fôlego. Com 485 hectares, jardins e inúmeras comodidades, ele se localiza a apenas duas horas de distância de Nova York. Funcionou da década de 1920 à década de 1980, mas, desde então, o local foi abandonado. O fotógrafo Pablo Maurer foi explorar o hotel e acabou encontrando um lugar tomado por tinta e plantas.

Veja a galeria: http://imgur.com/a/UvQPh

O resort começou a funcionar em 1914 como uma modesta fazenda. Seus proprietários alugavam quartos para pessoas que procuravam fugir da agitação da cidade. A fazenda rapidamente se expandiu para um pequeno hotel com uma cozinha Kosher e, na década de 1950, ganhou dois grandes prédios, um campo de golfe, uma pista de esqui, uma piscina e um teatro.

Os negócios começaram a ir mal na década de 1980 e o hotel foi fechado em 1986. Hoje, as ruínas das construções servem quase como uma galeria de graffiti ao ar livre. Artistas tomaram conta das paredes enquanto a vegetação começou a crescer ao longo dos pisos.

Link: http://catracalivre.com.br/geral/sustentavel/indicacao/resort-abandonado-e-ocupado-pela-arte-e-pela-natureza/

Fundador do PayPal e investidor do Facebook aposta na criação de cidades flutuantes

“movida a diesel”??????? Pq???

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A ideia de se viver em cidades no meio do oceano pode parecer mirabolante. Mas o bilionário Peter Thiel aposta neste novo modelo de habitação. Depois de fundar o serviço de pagamentos on-line PayPal, em 1998, e ser o primeiro a investir no Facebook, em 2004, quando a rede social nem sonhava em ganhar o mundo, o empreendedor doou, em dezembro do ano passado, mais de um milhão de dólares para o Seasteading Institute, organização sem fins lucrativos voltada para o projeto de construção de comunidades flutuantes. Confiante, Thiel é o líder dos investimentos na ONG.

O instituto espera lançar a parte comercial do projeto, com escritórios flutuantes, a partir da costa de São Francisco, nos EUA, no ano que vem. A comunidade onde as pessoas viveriam em tempo integral é prevista para daqui a sete anos. Estas cidades seriam construídas sobre plataformas como as de petróleo, e situadas em águas internacionais, que não pertencem a nenhuma nação e, portanto, não seguem suas regras.

O Seasteading Institute foi fundado em 2008 por Patri Friedman, neto do economista Milton Friedman. O objetivo da ONG é possibilitar que “dezenas de milhões de pessoas” possam viver em águas internacionais até 2050, conforme informação do site do instituto. O projeto envolve uma estrutura móvel de 12 mil toneladas, movida a diesel, com espaço para 270 moradores. Essas estruturas podem ser ligadas umas às outras.

O reconhecimento internacional destas “mininações”, apesar tudo, poderá ser ainda mais complicado do que a construção. O Principado de Sealand, por exemplo, na costa do Reino Unido, que se autointitula um Estado soberano, não é reconhecido por qualquer país ou instituição internacional.

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Link: http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2011/08/25/fundador-do-paypal-investidor-do-facebook-aposta-na-criacao-de-cidades-flutuantes-925214302.asp

Banheiro público tem vaso de plantas que são regadas com urina

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A idéia de utilizar a urina, que você joga fora diariamente, como fertilizante para plantas não é algo realmente tão novo assim, só que sair por aí utilizando árvores para aliviar a bexiga, não é a atitude mais social que você pode ter quando resolve agradar a natureza e ajudar no crescimento de alguma planta. Pensando em unir a possibilidade de fertilizar uma planta e de alimentá-la com água, o designer Eddie Gandelman criou uma espécie de mictório que filtra a urina do cidadão e a utiliza para alimentar plantas que estão logo a frente.

Além de tornar a urina mais útil do que ela é, a ideia principal do designer foi transformar os banheiros em lugares mais agradáveis de se estar, com a possibilidade de encontrar algo além de azulejo e vidro. Algumas utilizações deste sistema de filtragem podem aparecer em bares ou restaurantes, que ficariam de olho nos elementos filtrantes. Eliminando perfeitamente as toxinas, seria possível criar frutos ou plantas que poderiam ser utilizados na cozinha, cortando assim alguns custos do local.

Se esta ideia vai se tornar realidade, ou não, não há certeza. Mas há uma grande barreira na hora de imaginar que um mictório pode ser o lugar onde você encontraria alguns morangos sendo cultivados. Mesmo que não acabem em receitas da cozinha, poderiam ajudar na eliminação de odores do banheiro. Imagine algumas hortelãs crescendo dentro do banheiro; seria possível acabar até com o vidro de perfume que se utiliza para tirar o odor do local.

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Link: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/06/banheiro-publico-tem-vaso-de-plantas-que-sao-regadas-com-urina.html

Ar engarrafado pode diminuir stress no trabalho

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Pesquisa realizada pela ONG inglesa National Trust constatou que mais de 70% dos trabalhadores de grandes centros urbanos acreditam que viajar para o campo é a melhor forma de relaxar dos problemas do trabalho. No entanto, a maioria afirma não ter tempo para isso. A solução? A ONG resolveu trazer o ar do campo até eles!

A National Trust está distribuindo, gratuitamente, nas principais empresas do Reino Unido, doses de ar fresco, engarrafadas em pequenos potes de vidros. A ideia é que as companhias entreguem os frascos aos funcionários, que devem inalar o conteúdo do frasco para melhorar a qualidade de vida no trabalho.

Os potes distribuídos possuem três versões – ar do campo, do jardim e da beira do lago – e, após o uso, as empresas devem se comprometer a devolver os frascos de vidro, para que a ONG possa reabastecê-los e distribuí-los novamente.

Segundo a National Trust, a iniciativa só dá resultado se os empregados cheirarem, de uma vez só, todo o conteúdo do potinho. Assim, eles terão, pelo menos, 10 minutos de relaxamento intenso – garantindo sua saúde mental.

A ideia está fazendo sucesso no Reino Unido, mas será mesmo que cheirar ar fresco, no meio da confusão da cidade, é suficiente para desestressar e garantir a qualidade de vida no trabalho?

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Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/ar-engarrafado-pode-diminuir-stress-no-trabalho/